Washington - O Congresso dos Estados Unidos adotou
nesta quinta-feira o plano de apoio do presidente Barack Obama aos rebeldes
sírios para ajudá-los a combater os jihadistas do Estado Islâmico (EI) no norte
da Síria. Por 78 votos contra 22, o Senado adotou nesta quinta a estratégia
contra os jihadistas apresentada por Obama na semana passada e aprovada na
véspera pela Câmara de Representantes.
O diretor do FBI (a polícia federal americana), James Comey, afirmou nesta quinta-feira que o órgão acredita ter identificado o homem mascarado que aparece nos vídeos de decapitação de dois jornalistas americanos e de um agente humanitário britânico divulgados pelo grupo que se autodeclara "Estado Islâmico"
A reunião da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) que acontece na cidade de Newport, no País de Gales, expõe mais uma vez a 'crise' na relação entre o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e seu colega russo, Vladimir Putin.
Países da Otan (aliança militar ocidental) estão prontos a se unir aos Estados Unidos em um esforço militar contra o grupo muçulmano radical Estado Islâmico (EI), que assumiu o controle sobre partes do leste da Síria e no norte e oeste do Iraque.
O líder supremo do Irã aprovou uma cooperação com os Estados Unidos para combater o grupo extremista autodenominado Estado Islâmico (EI), fontes em Teerã confirmaram ao serviço iraniano da BBC.
O governo dos Estados Unidos se prepara para o possível fechamento de grande parte de seu setor público diante da paralisação do Congresso, que não conseguiu chegar a um acordo sobre seu financiamento.
Em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo desta quinta-feira, o ex-secretário de Segurança do Rio, Marcelo Itagiba, expõe a questão da espionagem ao Brasil e questiona a postura do governo federal: "Dilma adotou alguma medida para paralisar ou cancelar essas atividades, ou tudo não passa de mera retórica?"
República Federativa do Brasil - BBC - 25 de setembro de
2013
Aproveitando a passagem da presidente Dilma Rousseff por
Nova York nesta semana para participar da Assembleia Geral da ONU, o governo
brasileiro realiza uma ofensiva com o objetivo de atrair investidores
estrangeiros ao setor de infraestrutura no país.
BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo - 18 de setembro de 2013
A presidente Dilma Rousseff decidiu cancelar sua viagem oficial aos Estados Unidos, marcada para o dia 23 de outubro. No Palácio do Planalto a informação é que não há clima para a realização da viagem de Estado a Washington após as suspeitas de espionagem envolvendo o governo americano.
Enquanto aguardava uma resposta dos EUA às denúncias de
espionagem da Agência Nacional de Segurança americana sobre sua comunicação
pessoal e a Petrobrás, a presidente Dilma Rousseff não informou se manteria a
visita oficial de Estado a Washington em outubro. "Vou esperar agora a
resposta do governo (americano). Quando eu souber, eu falo", disse, em
rápida entrevista ao fim de uma visita ao estaleiro Inhaúma, no Rio, onde estão
sendo feitas obras em uma plataforma para a Petrobrás.